Ao longo de minha vida, tive muitos professores. De meu ponto de vista, eram
semideuses, pessoas dotadas daquilo que eu mais desejava ter: conhecimento em
abundância. Eu tinha apenas onze anos, mas queria “salvar crianças” no futuro e, que
maneira melhor de fazer isso do que as libertando das amarras da ignorância? Minha
mestra de Língua Portuguesa do 6º Ano (antiga 5ª Série) mostrou-me, na p...
Ao longo de minha vida, tive muitos professores. De meu ponto de vista, eram
semideuses, pessoas dotadas daquilo que eu mais desejava ter: conhecimento em
abundância. Eu tinha apenas onze anos, mas queria “salvar crianças” no futuro e, que
maneira melhor de fazer isso do que as libertando das amarras da ignorância? Minha
mestra de Língua Portuguesa do 6º Ano (antiga 5ª Série) mostrou-me, na prática, que
aprender poderia ser divertido e prazeroso.
Minha sede por exercer o dourado oficio de ensinar era tanta que comecei a lecionar no
meio da graduação, como monitora. Desde o primeiro dia, soube que estar em sala de
aula, auxiliando estudantes, “regendo” discentes, seria vocação por toda a vida. Eu me
sentia feliz ao acordar cedo, ao elaborar inúmeras avaliações diferentes, ao perceber, na
correção, o crescimento intelectual de meus alunos e saber que alguns precisariam de
mais apoio, novas abordagens, diversificados exemplos, pesquisa para explicar, etc.
Estava diante de uma carreira que me exigiria desafios, empenho, estudo eterno, troca
interpessoal intensa.... Enfim, o tédio e a inércia não seriam meus companheiros de
jornada.
Iniciei minha carreira em um segmento diferente da minha formação: lecionei Língua
Inglesa para turmas do pré-escolar (Infantil) e Fundamental I. Logo percebi que adaptar
minha linguagem/ conteúdo ao público seria parte indispensável e constante do processo
de aprendizado, bem como diversifiquei e criei teorias para explanar, da forma mais
abrangente, os conteúdos.
Durante a graduação, busquei muitas formas de integrar o discurso que recebia/ produzia
na Universidade, profundo e intenso – tão grandioso; por isso, fiz cursos no Liceu
Literário Português, Participei de Fórum de Estudos na Uerj e estagiei na Rede Pública
de Educação. Uma verdadeira miríade de erudição.
Após a Graduação, encaminhei meu currículo para o caminho da Pós. Eu sempre
necessitei do saber e sempre quis mais. Fiz a primeira Pós-graduação na UERJ, em Língua
Latina; a segunda Pós foi feita na Universidade Estácio de Sá, a mesma em que me
graduara quatro anos antes.
Após essas Pós-graduações, o mercado se abriu cada vez mais e fui diversificando minha
atividade e meu espaço como docente: turmas preparatórias para Concursos Militares e
Concursos Públicos; bancas de correção de vestibulares; palestras educacionais para pais
e professores; Coordenação de área, etc.
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